Passeio do RED WINE


Passeio do RED Wine, contra ventos e ventos

(sim não marés)

 

   A malta do BTT parece estar de greve, assim a manhã de hoje foi de mais um passeio de estrada, a ideia era partir de minha casa e fazer o conhecido trajecto da Varela. O efeito do vinho tinto da véspera ainda era notório com uma (nessa altura) ligeira dor de cabeça, mas toca a levantar cedo.

O grupo começa a reunir-se pouco antes das 8.30h, e atingida essa hora o nosso amigo Francelino ainda não tinha dado sinais de vida, coisa estranha pois este rapaz nunca se atrasa para um passeio de bike, mas, 5 minutos passados o “celular” anuncia que ele tinha optado por partir de casa já montado na burrinha e que se dirigia para a Aguda. Assim os restantes, Domingos Moreira, Rui Meireles, Nuno Maia e aqui o JE, optamos por partir ao encontro dele e acabámos por nos reunir na zona de Arcozelo.

Cumprimentos da praxe e toca a rolar em direcção a Espinho, passado esse ponto creio que se juntou ao grupo mais um elemento, uma mosca, pois o Francelino foi nessa altura picado a primeira vez no dia de hoje e qual “atleta” estimulado, (achavam que ia dizer animal, não ele é meu amigo carago), desatou a pedalar de tal forma que foi necessário imprimir ritmo bem alto para o acompanhar, de tal ordem que sendo a opção fazer a florestal em Esmoriz, viramos em direcção da praia e só quando a atingimos se cortou à esquerda, claro que em direcção ao parque de campismo, lá chegados constatamos que o acesso para a tal estrada florestal, era nada mais que um caminho de terra batida e acreditem Francelino in action, ( bike de estrada também rola em terra, bora lá que é por aqui ).

Atingida à tal florestal, alguns metros de calma, e lá entrou em acção o raio da mosca, (2ª picadela do dia), autentico ritmo de corrida com o nosso Francelino mais uma vez endiabrado, sucediam-se as ultrapassagens e o RED Wine era mais que forte na minha cabeça, (mas pronto o rapaz queria treinar deixá-lo), felizmente a malfadada mosca não era perita em estrada e seguramente atrasou-se, pois pouco antes de atingido o Furadouro o nosso amigo acalmou, de tal forma que nos conduziu até ao centro e fez até uma passagem pela Avenida principal em ritmo tão calmo que foi possível apreciar a fauna da zona, não me recordo de ver qual a média que tínhamos na altura, mas reparei que se tinham passado 57 minutos desde a nossa partida, (com o BTT forçado em Esmoriz e tudo a média devia estar nos 35 km/h, pois 33 km é a distância desde minha casa, o raio do moço estava sempre a levar-me ao RED Wine).

Sem stress deixámos o centro e dirigimo-nos até a rotunda que fica no início da Ria, direita e toca a rolar na direcção da Varela, e PORRA lá apareceu outra vez a mosca, desta vez picou pelo menos 2 vezes, pois o nosso AMIGO levantou o traseiro do selim e imprimiu um ritmo de 45 km/h até atingirmos a conhecida ponte, sim 11 km sempre no RED Wine.

 Transposta a ponte, o vento que já começáramos a sentir pouco depois da saída do Furadouro começou a incomodar e a mostrar que por vezes rolar parece ser subir, nesta fase a mosca tinha ficado para trás e o ritmo caiu para uns míseros 25 km/h até atingirmos Estarreja, altura em que foi feita uma pausa para um merecido café.

 Recomeça o passeio e o nosso amigo vento resolve também participar, só que sempre contra nós, o vento que inicialmente soprava do interior mudou e a Nortada característica desta época finalmente chegou dificultando de tal ordem a progressão que em a Ovar a opção foi rumar até à Feira, e pasmem-se o raio da mosca apareceu outra vez, o trajecto que ainda que não pareça sobe para caramba, ( não lhe chamassem, subida dos 17 ), foi feito no “agradável” ritmo de 30 km/h ( outra vez no RED Wine, Rais parta a mosca ).

Pelo interior atingimos Espinho, e nessa altura ritmo de passeio que os 100 km estavam quase a ser atingidos e os atletas cansados, zona da Aguda despedida do Francelino que ruma a casa e 12.30h eis-nos chegados a Valadares com mais um bom passeio concluído.

 

Alguns dados do Passeio:

 

Distancia percorrida —– 105,33 km

Tempo em desloc ——– 3h 37m

Média horária ————- 29,15 km/h

Velocidade máxima —– 55,6 km/h

 

Um abraço e até ao próximo,

 

Gaspar Moreira

 

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2 comentários

  1. Realmente foi um passeiozito, pois mal me vi livre dos meus amigos, segui em direcção ao Cais de Gaia, Santo Ovideo e Carvalhos, aonde aterrei para almoço com 140 Km nas pernas.
    Um par de horas de recuperação e paz familiar, há que montar de novo em direcção ao Porto, Santa Catarina, Marquês, Areosa, Alto da Maia e apanhar o Celso em Matosinhos.
    Regrresso pela Marginal, cais de Gaia, Granja e Carvalhos com mais 70 Km.
    Obrigado a todos pelo enpeno e ao Celso em particular que deu a “sticada” final
    Abraço e até à próxima

  2. Estas voltas deviam setr feitas com bikes todas em Aço, assim o treino era mais intenso, a gajos com bikes de carbono a estragar tudo.


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